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Transformação Digital não é apenas digitalização

Transformação Digital não é apenas digitalização

18/03/2021 | Giovanna Cavalli

Promover a transformação digital (TD) das empresas tem sido o fato mais presente no mundo corporativo nos últimos meses. Contudo, é preciso mais para modificar um negócio. É necessário envolver os colaboradores, os processos internos e, principalmente, a cultura da companhia. 

Para além de tendência, uma necessidade!

De acordo com a pesquisa “índice Cesar de Transformação Digital”, após quase um ano de isolamento social, para 23,7% das entidades participantes, essa revolução se tornou prioridade máxima no planejamento estratégico. Todavia, o que é de fato essa renovação?

Para o mestre em tecnologia da informação (TI), Heitor Roriz, a TD está relacionada a um conjunto de conceitos abrangentes. “Isso diz respeito a cinco pilares: cliente, competição, dados, inovação e valor, conforme David L. Rogers em seu livro Digital Transformation Playbook. Para realizar a modificação nessas pontas, são necessárias duas alterações cruciais: no pensar e em como agir. Ou seja, na governança e no mindset”, avalia.

A urgência pela digitalização institucional foi acelerada em pelo menos dez anos com a chegada da pandemia. “Muitas vezes me perguntam se eu sempre fui favorável aos treinamentos on-line. Sendo muito honesto, não. Contudo, fomos pegos de surpresa e o virtual deixou de ser opcional, passou a ser obrigatório”, complementa o especialista. 

Assim, não existe mais essa separação entre área de TI e gestão de negócios, por exemplo. A tecnologia tornou-se uma ferramenta e uma linguagem essencial para todos. Logo, está diretamente ligada à cultura e estrutura organizacional. “Por isso, além de otimizar procedimentos, oferecer segurança e mobilidade, principalmente em home office, isso transforma todo o controle interno da companhia”, expõe a gerente comercial da Assine Bem, Paula Sino. 

Tecnologia como aliada da produtividade

Nesse sentido, a high tech passou a ser necessidade para os empreendimentos e trabalhadores. Ou seja, otimizar e automatizar processos tornou-se repentinamente um fator determinante para a continuidade das transações. “Ao longo do tempo surgiram muitas inteligências de mecanização, as quais foram construindo essa base para a TD”, finaliza Roriz.

Para Paula, os gestores antes receosos com o uso do universo virtual, hoje, dadas as circunstâncias, tiveram de se adaptar a ele. “Apesar da facilidade, alguns empresários ainda insistiam no formato manual das assinaturas, por exemplo, e isso eleva o custo da operação. Logo, atrasavam-se algumas etapas. Além disso, acompanhar o recebimento do documento, rubrica e a devolução dele no formato físico é desgastante. Sobretudo, a preocupação constante com o bom andamento deste procedimento impacta diretamente na produtividade e vitalidade dos signatários”, analisa. 

Sendo assim, a automação garante maior velocidade nas tramitações, eliminando etapas burocráticas, oferecendo comodidade, sustentabilidade e mais economia. “Então, para conter recursos e evitar resíduos ambientais, a digitalização surge como uma alternativa viável, pois esses custos são diminuídos em até 70%”, complementa a gerente.

Segundo a pesquisa da The International Association for Contract & Commercial Management (IACCM), esse tipo de ação pode melhorar a lucratividade em até 9% da receita anual. Portanto, é uma estratégia para sobreviver no mercado frente às instabilidades. 

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