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Transformação digital e qualidade de vida no trabalho

Transformação digital e qualidade de vida no trabalho

03/11/2020 | Giovanna Cavalli

Transformação digital virou uma expressão-chave nas reflexões sobre o futuro das organizações e será o assunto principal em 2021, em particular na área de Recursos Humanos (RH). Implementar novos processos, ferramentas mais rápidas e eficientes, meios de comunicação ágeis e instantâneos para atender o cliente cada vez mais rápido, e com um serviço melhor, já é algo natural. Contudo, não parou por aí. Se interessou? Continue lendo e saiba mais!

O RH é fundamental para o equilíbrio empresarial

A primeira parte do caminho já é um desafio em si: identificar fraquezas, gargalos e oportunidades, idealizar a resposta com ferramentas digitais, convencer os investidores e diretorias para um caminho certo frente a tantas outras opções. Bem como, mobilizar os recursos tecnológicos para de fato criar novas soluções. Afinal, são várias etapas para iniciar a transformação digital.

As funções de RH também estão profundamente impactadas por essa revolução, com a necessidade de aliviar o trabalho administrativo, implementar o People Analytics e, de forma geral, serem mais eficientes. “Além da própria transformação, o setor também está plenamente mergulhado em todas as mudanças tecnológicas em andamento na companhia. Ele é responsável pela evolução da mesma, devendo implementar uma ‘cultura ágil’, e achar no mercado os talentos compatíveis com essas novas necessidades. Também se encarrega por encontrar os melhores cursos de capacitação nas ferramentas, mantendo as equipes sempre atualizadas”, explica a diretora da Yogist no Brasil, Armelle Champetier.

Contudo, ainda não se vê tanto o desenvolvimento do quesito “qualidade de vida” e ele deveria acompanhar essa inovação. Por outro lado, a saúde mental está ocupando cada vez mais espaço na cena da saúde corporativa. “Observando os efeitos devastadores dos transtornos de ansiedade, os casos frequentes de Burnout, e a depressão ocupando, em breve, o primeiro lugar de causa de afastamento, as instituições aplicam toda a energia para implementar políticas de qualificação operacional, orientadas às questões de bem-estar”, complementa Armelle.

Aposte na tecnologia para somar com a organização

Nesse sentido, a high tech passou a ser necessidade para empreendimentos e até trabalhadores autônomos. Ou seja, otimizar e automatizar processos tornou-se repentinamente um fator determinante para a continuidade das transações. 

Para a gerente comercial da Assine Bem, Paula Sino, os gestores antes receosos com o uso do universo virtual, hoje, dadas as circunstâncias, tiveram de se adaptar a ele. “Apesar da facilidade, alguns empresários ainda insistem no formato manual das assinaturas e isso pode elevar o custo da operação. Logo, atrasam algumas etapas do processo. Além disso, acompanhar o recebimento do documento, assinatura e a devolução dele no formato físico é desgastante. A preocupação constante com o bom andamento desse procedimento impacta diretamente na produtividade e vitalidade dos assinantes”, analisa. 

Por isso, por boas condições laborais, mas também a atração, retenção e otimização dos talentos, o uso do digital deve se fazer junto a um acompanhamento off-line. “É crucial para a automação se encaixar onde ela potencializa o cérebro humano e não prejudica a boa disposição física, mental e social do time. Logo, é uma reflexão a ser levada também para fora do serviço”, finaliza a diretora. 

Portanto, alinhe-se às novas exigências do mercado e entenda a melhor maneira de modernizar a sua entidade. Aproveite também e teste grátis a nossa plataforma de assinatura digital. Conte com a Assine Bem!