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Bancos e fintechs assinam contratos digitalmente

Bancos e fintechs assinam contratos digitalmente

28/05/2020 | Lays Emily

As mudanças tecnológicas do momento estão presentes em vários setores, inclusive nas transações bancárias e serviços das fintechs. Segundo estudos da Febraban  (Federação Brasileira de Bancos) as trocas por meio digital passam por um momento de grande crescimento. A modalidade via mobile, por exemplo, aumentou em 85%, somente no ano passado. Porém, para garantir a segurança desses fluxos, essas instituições já utilizam a assinatura digital como principal maneira de firmar contratos. 

Referendar documentos virtualmente tem sido uma forma de otimizar a rotina administrativa da categoria. Para a gerente da Assine Bem, Paula Sino, os frutos dessa parceria são positivos para toda a sociedade: “o temor de fraudes em operações on-line ainda é muito grande e legítimo, porém com a assinatura digital esse receio tem sido mitigado. Isso porque com a utilização da inteligência artificial unida à conferência humana, conseguimos trazer a autenticidade para as empresas e para os clientes.”  

 

  • Contratos bancários

 

Dentre as principais utilidades da Assine Bem para esse tipo de empreendimento está celebrar contratos de acordos, negociações e reconhecer os direitos e deveres das partes envolvidas. “É um instrumento capaz de tornar os processos de contratações mais objetivos, transparentes e compreensíveis”, ressalta Paula. 

A gerente destaca ainda como a alternativa é viável para a confiabilidade entre consumidor e instituição. “Muitos de nós, provavelmente já tivemos algum tipo de desafio com bancos ou fintechs, por não termos sido esclarecidos sobre as propostas e os serviços prestados. Após assinado digitalmente, os documentos não sofrem alteração. Sendo assim, o documento seguirá inalterado. As páginas são marcadas pelo código de validação, tornando o documento único, não permitindo troca de páginas, por exemplo. Dessa forma, confiamos muito mais no acordos feitos”, explica. 

 

  • Segurança

 

A maior dúvida sobre a autenticação virtual está no processo de legitimidade e segurança. Porém, a assinatura digital já adota as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para garantir a proteção das informações pessoais dos usuários e das corporações. “As peças carimbadas virtualmente possuem várias checagens para garantir a identidade dos assinantes. Dentre elas, estão: o IP do computador de quem assina, data e horário da visualização e da autenticação do arquivo. Isso sem contar a criptografia para fechar a tramitação e garantir a não violação dos dados”, orienta a especialista. 

 

  • Praticidade

 

Uma dos principais benefícios é a praticidade do serviço. Pode ser feito por meio de celulares, notebooks, computadores de qualquer lugar e hora. Outra funcionalidade, é poder armazenar e organizar o documento de forma rápida e eficiente. “Se antes gastávamos tempo e dinheiro para rubricar um contrato, agora os clientes podem realizar essa ação de forma remota, sem a necessidade de enfrentar filas, gastar com deslocamento ou enfrentar riscos desnecessários”, afirma Paula. 

 

  • Redução de gastos 

 

De acordo com estudos feitos pela Tufts University e a organização não governamental Forest Ethics, um funcionário de escritório nos EUA usa uma folha de papel a cada 12 minutos. Além de prejudicial ao meio ambiente, o uso de contratos físicos se torna um gasto e um problema de logística. Por isso, ao adotar as assinaturas digitais, organizações podem reduzir despesas. Segundo a empresa de pesquisa Gartner Inc, quase 3% do lucro de uma empresa é gasto com o recurso, arquivamento, armazenamento e na manutenção de documentos. Para Paula Sino, no modo digital, todos esses custos são diminuídos em até 70%. “Vivemos uma crise e toda economia é bem vinda”, ressalta a especialista. 

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