Com resoluções tomadas por empresas do país para evitar o aumento de casos, recursos tecnológicos se tornaram indispensáveis
Uma boa parte das companhias atualmente enfrenta dilemas sobre como proceder com seus expedientes devido à pandemia do coronavírus entre a população brasileira. Uma dos recursos mais utilizados é o home office, entretanto, a resolução requer o auxílio de outra ferramenta crucial: a assinatura digital.
A China foi o primeiro país a diagnosticar casos da doença. Em poucos meses, o vírus atingiu, até 18 de março, mais de 200 mil pessoas de 157 países, segundo o Centro de Ciência e Engenharia de Sistemas da Universidade Johns Hopkins (EUA). Em território brasileiro, são 350 diagnósticos positivos, segundo as secretarias estaduais de saúde. Portanto, toda medida é válida para evitar a proliferação.
Nesse sentido, um quesito imprescindível para o bom funcionamento das empresas se relaciona à gestão de documentos. Tradicionalmente, contratos são impressos e adotam burocracias essenciais para a resolução de um negócio, a admissão de um novo colaborador e etc.
Para Paula Sino, gerente comercial da Assine Bem, a assinatura digital surge como um meio de solucionar esse impasse e a necessidade da tramitação física. “A vantagem dessa ferramenta é não precisar se locomover para realizar a autenticação das papeladas. Além disso, isso pode ser feito de qualquer lugar e a qualquer hora, de seu smartphone ou computador”, explica. Para quem tem dúvidas sobre a segurança desse recurso, a gerente afirma: “tudo é feito por meio de um processo autenticado juridicamente, envolvendo várias etapas de validação para assegurar a identidade dos signatários”.
Pensando em um meio de garantir ainda mais praticidade para as empresas, a Assine Bem tomou a iniciativa para beneficiar quem quer adotar esse processo em sua gestão. “Para ajudar a combater o coronavírus, aumentamos o limite de documentos assinados de maneira gratuita mensalmente. Anteriormente, eram dois. A partir de agora, serão dez arquivos sem custos ao mês”, expõe.
Portanto, Paula dá uma dica para os líderes e empreendedores. “Se você se preocupa com o bem-estar da sociedade e também quer manter os negócios ativos, precisa buscar alternativas. Por isso, aproveite o momento de crise para reinventar os processos e testar novas funcionalidades”, estimula a gerente.