A nova arquitetura dos grandes ciberataques está em plena mutação. Em vez de investirem diretamente contra bancos, indústrias ou varejistas, os criminosos passaram a mirar elos mais primários da cadeia digital. Nesse cenário de alta conectividade, brechas aparentemente pequenas se tornam pontos de entrada para ataques de larga escala.
Hoje, o mundo corporativo é extremamente digital e ativo o tempo todo. Todos os colaboradores usam computador, tablets ou smartphones para resolver demandas do trabalho. Por isso, é fundamental ter cuidado com os documentos e propriedades da empresa”, comenta o CEO da Digital Helper+Assine Bem, Carlos Henrique Mencaci.
Segundo o relatório anual da Apura Cyber Intelligence, os ataques contra a cadeia de suprimentos se firmaram como uma das principais táticas do crime digital no último ano. O percentual de violações de dados envolvendo terceiros dobrou em apenas doze meses, saltando de 15% para 30%. Portanto, as corporações devem ficar atentas, proteger suas informações e sua equipe.
O ambiente de desenvolvimento de software figurou entre os principais alvos em 2025. Extensões fraudulentas no marketplace também foram detectadas. Conforme o estudo, essas ferramentas eram capazes de criptografar arquivos e esconder comandos maliciosos por meio de caracteres invisíveis, transformando estações de trabalho em pontos de coleta de dados corporativos.
Também foram detectadas investidas direcionadas a sistemas críticos de gestão e atendimento, como plataformas de CRM e suporte ao cliente. “Por isso é fundamental contar com ferramentas seguras, confiáveis e modernas. Uma invasão pode ser fatal para uma empresa”, ressalta Mencaci.
A grande maioria dos ataques podem ser evitados
De acordo com o Global Incident Response Report 2026, elaborado pela Unit 42, 90% das violações analisadas entre outubro de 2024 e setembro de 2025 tiveram como origem problemas evitáveis. Ainda, 65% desses casos se originaram a partir do uso de senhas ou credenciais já comprometidas.
Esse dado revela uma constatação simples: muitas organizações ainda permanecem expostas devido à falta de estruturação interna. Em um contexto marcado pelo trabalho remoto, pelo uso de ambientes em nuvem e por equipes permanentemente conectadas, gerenciar permissões de acesso tornou-se um dos aspectos mais críticos para os negócios.
A prevenção é essencial no mundo atual. Mesmo com tantas tecnologias, o fator humano permanece como elemento determinante. Muitos ataques têm início a partir de um e-mail fraudulento bem elaborado ou de uma mensagem aparentemente confiável. Na ausência de orientação e capacitação contínua das equipes em relação a essa vulnerabilidade, os riscos se ampliam.
Paralelamente, é indispensável a organização dispor de um plano estruturado para reagir em caso de eventualidade, minimizando prejuízos financeiros e danos à reputação. Trata-se de disciplina e organização. Quando a empresa institui processos bem definidos e utiliza soluções confiáveis, ela reduz consideravelmente esse risco. A cibersegurança precisa estar integrada à estratégia de negócio.
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