A cibersegurança se consolidou como tema relevante em todo o mundo. Nos últimos anos, a evolução tecnológica deixou de ser exclusiva das empresas de TI e passou a moldar o cotidiano das pessoas, dos negócios e das próprias cidades. A digitalização acelerada trouxe conveniência e eficiência, mas também multiplicou as vulnerabilidades ligadas à proteção de dados e infraestruturas críticas.
Hoje, as pessoas são cercadas por dispositivos conectados: câmeras, sensores, assistentes virtuais, fechaduras eletrônicas, aplicativos de gestão e sistemas de automação. Cada uma dessas ferramentas facilita tarefas antes complexas, mas abre portas para criminosos digitais. Por isso, a cibersegurança se tornou uma condição básica para a sociedade funcionar de forma segura.
A segurança cibernética está em expansão
Segundo estudo da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança - Abese, o setor de segurança eletrônica no Brasil vive um momento de avanço significativo. Em 2024, o faturamento médio chegou a R$ 14 bilhões, representando crescimento de 16,1% em relação ao ano anterior. Esse salto reflete uma mudança profunda no tipo de tecnologia adotada no país.
A Inteligência Artificial (IA) agora é parte do cotidiano das soluções de segurança. Em apenas um ano, a presença de IA em produtos do setor passou de 54% para 64,3%. “Os softwares e estão mais capazes de identificar comportamentos suspeitos e agir preventivamente”, explica o CEO da Digital Helper+Assine Bem, Carlos Henrique Mencaci.
O mercado nacional entendeu a urgência do tema e vem ampliando suas práticas de proteção digital. Além do avanço da Inteligência Artificial, cresce também a adoção de políticas rígidas de defesa, como:
- Criptografia de dados sensíveis;
- Atualizações constantes de firmware;
- Protocolos de autenticação robusta;
- Padrões de conformidade aplicados em toda a cadeia de produção;
- Integração entre equipes de TI, segurança física e governança.
O comportamento humano continua sendo o maior desafio
Mesmo com sistemas avançados, o ponto mais vulnerável ainda é o usuário. Muitos incidentes acontecem por decisões simples do dia a dia: senhas fracas, cliques em links duvidosos, downloads de fontes desconhecidas, entre outros. “É como orientar moradores a não permitirem a entrada de desconhecidos em condomínios. Precisamos educar a população para reconhecer riscos digitais. A mudança cultural é tão essencial quanto a atualização dos equipamentos”, destaca Mencaci.
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