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O mercado está pronto para o hibridismo?

O mercado está pronto para o hibridismo?

20/05/2021 | Giovanna Cavalli

Falar das mudanças aceleradas nos últimos meses não é mais novidade. A atividade profissional foi para dentro das casas, de presidentes a colaboradores. Junto dessas transformações vieram desafios, incluindo soluções para ter eficiência de equipe, como desenvolver uma boa liderança sem contato físico, como contratar, entre tantos outros pontos. Contudo, chegou a hora de falar do futuro: estamos prontos para o modelo híbrido?

Benefícios!

Para o fundador e sócio da Bullseye, Jorge Martins, no Brasil as empresas já consideram esse modelo. “Esse último ano funcionou como um test drive. Ficou claro a possibilidade da atuação remota e seus resultados positivos. Por outro lado, existem pontos de atenção em relação à interatividade de equipe”, aponta.

Veja só: Estados Unidos, Nova Zelândia e alguns países da Europa, já estão validando o formato - colaboradores vão ao escritório alguns dias e ficam em casa, outros. A Microsoft, por exemplo, foi a cobaia e já aplica o hibridismo para mais de 160 mil funcionários em todo o mundo.

Segundo o estudo “The Next Great Disruption Is Hybrid Work-Are We Ready?”, da própria Microsoft, 73% dos trabalhadores dizem querer mais flexibilidade. Para isso é preciso ter ferramentas aliadas como plataformas para videochamadas, armazenamento em nuvem e gestão de documentos on-line, por exemplo.

Então, com a chegada repentina do home office muitas companhias precisaram de recursos tecnológicos. “Muitas organizações só se transformaram digitalmente, de verdade, com a pandemia. Com isso, imobiliárias, corporações e até instituições de ensino recorreram à Assine Bem para ajudar na gerência dos arquivos e assinaturas. Afinal, é tudo virtual e rápido”, explica a gerente comercial da Assine Bem, Paula Sino.

Pesquisa

Veja alguns dados de destaque na pesquisa:

• Com mais de 40% da força de trabalho global considerando deixar seu emprego este ano, uma abordagem cuidadosa ao formato híbrido será crítica para atrair e reter talentos diversos;

• Um em cada cinco entrevistados da pesquisa reservou a falta de preocupação do empregador com o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. 54% se sentem sobrecarregados e 39%, exaustos. Além disso, funcionários chamam atenção para o esgotamento digital com alto volume de reuniões e chats a cada dia;

Diante dessa queixa a gerente explica: “principalmente a gestão de talentos com apoio tecnológico auxilia em uma administração mais humanizada e, assim, no bem-estar mental do time. Além disso, reduzindo a burocracia potencializa-se o rendimento e performance do ofício”, finaliza Paula.

O Brasil adotava um modelo de trabalho muito conservador, pois existia o medo do contratado não estar sentado na mesa do escritório pelo menos de nove às 18h. Isso era sinônimo de falta de produtividade. “Contudo, o home based veio para ir contra essa visão equivocada, essa discussão está aberta e o debate sobre esse ponto só vai trazer benefícios”, complementa Martins.

Portanto, a high tech passou a ser necessidade para empreendimentos e trabalhadores. Ou seja, otimizar e automatizar processos tornou-se repentinamente um fator determinante para a continuidade das transações. 

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